Visitando o Borobudur – o maior templo budista do mundo

Uma das atrações turísticas mais importantes da Indonésia, o Borobudur é visita obrigatória para quem viaja pelo sudeste asiático. Aqui mostramos como é e damos todas as dicas para visitá-lo!

Câmbio oficial (maio/2018)
1 real = 3930 rúpias
1 dólar = 13.900 rúpias
1 euro = 16.600 rúpias

Borobudur
O templo budista de Borobudur

Construído no século IX d.C e abandonado no século XIV, o Borobudur é considerado o maior templo budista do mundo, e uma das mais notáveis construções do sudeste asiático. Bem pouco se sabe sobre sua história, mas pesquisadores indicam que este provavelmente era um destino de peregrinação budista, e que acabou sendo abandonado pela expansão do islã na ilha de Java, fazendo com que os budistas acabassem deixando o local e indo morar na região de Bali.

As ruínas de Borobudur só foram descobertas no século XIX, durante o domínio inglês da ilha. A partir de então, trabalhos de escavação e restauração tiveram início, e hoje este sítio arqueológico é um dos mais bonitos e bem conservados que já visitamos. Bem difícil de acreditar que ele já tenha enfrentado terremotos, erupções vulcânicas e até atentados terroristas!

Atualmente, além de um destino turístico, o Borobudur voltou a ser um destino de peregrinação. Durante a lua cheia de maio ou junho, milhares de fiéis caminham descalços para lá, celebrando o feriado religioso de Vesak.

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Valor da entrada

A entrada para o Borobudur é salgada para estrangeiros: 25 dólares por pessoa.

É possível comprar a entrada casada com as ruínas de Prambanan por 40 dólares (se fosse comprar separado, custaria 50 dólares). A única desvantagem da compra casada é que você precisa necessariamente visitar o Prambanan no mesmo dia ou no dia seguinte, senão o ingresso perde a validade.

Nós compramos os ingressos com a moeda local e nos saiu um pouco mais barato do que se comprássemos em dólares (540 mil rúpias pela compra casada).

Para maiores detalhes e informações sobre outros pacotes ou valores para crianças, consulte o site oficial aqui.

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Como chegar

É fácil chegar a Borobudur em transporte público. Os ônibus de Yogyakarta para lá custam 25 mil rúpias e a viagem dura 1h20min. Saem do terminal Jombor com bastante frequência (aparentemente o último ônibus de regresso é às 16h30min, então fique esperto). A parada final destes ônibus é o terminal de Borobudur, a uns 600 metros das ruínas. É fácil ir caminhando (apesar dos insistentes taxistas dizerem que é muito longe).

Para chegar ao terminal Jombor, é só pegar o ônibus municipais 2A ou 2B.

Muita gente vai para Borobudur para ver o sol nascer. Neste caso, como ainda não há ônibus, você precisa contratar uma excursão (valor na faixa das 140 mil rúpias, com café-da-manhã incluído) ou se hospedar na cidade de Borobudur.

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Passeando no templo

Para entrar no templo de Borobudur é preciso estar com as pernas cobertas. O empréstimo de uma saia (caso você esteja de shorts) já está incluído no preço da entrada. Na entrada também dão duas garrafas d’água e há banheiros grátis (os do lado de fora são pagos).

Passear pelo Borobudur é fácil, e você pode ir de chinelos sem problemas. O templo tem 9 andares, e em cada andar você pode dar uma volta completa e observar os impressionantes desenhos em relevo feitos nas pedras. No topo se destacam 72 estruturas na forma de sinos (chamadas de “estufas”), cada uma com uma estátua do Buda no interior.

O passeio todo é rápido, e você consegue conhecê-lo por inteiro, com direito a tirar fotos e a observar cada detalhe, em menos de 2 horas. É opcional contratar um guia para te ajudar com a história do lugar.

A entrada também dá direito a visitar um museu no local, que contém algumas fotos do trabalho de restauração e uma ou outra escultura encontrada durante as escavações.

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Você, celebridade

Este templo é muito visitado por turistas locais, e muitos deles nunca viram um ocidental pessoalmente. Portanto, é bem possível que algumas pessoas te considerem uma atração ainda mais interessante do que o Borobudur. Volta e meia alguém vai se aproximar, de maneira tímida, perguntando se pode tirar um selfie com você. Nós aproveitamos e também tiramos fotos com cada um deles. Foi uma maneira bem divertida de fazer amigos locais!

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Aqui está um vídeo resumindo como foi nosso passeio por lá:

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