Viagem pelo Myanmar – segurança, preços, dicas, roteiros, etc

Quer viajar pelo Myanmar, mas não encontra informações detalhadas sobre o país? Aqui ensinamos tudo o que você precisa saber!

Câmbio oficial (out/2018)
1 real = 425 quiates
1 dólar = 1590 quiates

Kuthodaw Paya
 Kuthodaw Paya, Yangon

Myanmar – terra de templos, pagodes dourados, comida boa e um povo extremamente hospitaleiro. Fazia tempo que um país não nos surpreendia tanto quanto este.

O Myanmar é o segundo país menos visitado do sudeste asiático (só ganha do Timor Leste). Isso porque é difícil conseguir informações precisas ou atualizadas de lá: o site do ministério do turismo é bem incompleto, e os blogs não são muitos e geralmente se limitam a poucos destinos no país.

Nós mesmos fomos para lá com um certo receio. Sabíamos que muitas áreas do país são restritas aos estrangeiros por conta da instabilidade política, e não encontramos informações precisas sobre quais são exatamente estas áreas. Não sabíamos nem se era permitido aos estrangeiros viajar por terra ou se teríamos obrigatoriamente que pegar voos internos.

Mas, no fim das contas, deu tudo certo: conseguimos conhecer tudo só de ônibus e trem, gastamos bem menos do que imaginávamos e voltamos de lá encantados. O fato do turismo ser pouco contribuiu para que o país mantivesse a sua autenticidade. Quem visita o Myanmar vê o Myanmar de verdade, e não um circo armado para agradar estrangeiros. Conhecemos muita gente por lá que nunca havia visto um ocidental antes, e faziam o maior esforço possível para que nos sentíssemos bem. Poucos países têm anfitriões tão bons quando este.

Enfim, se vier para o sudeste asiático, não deixe de colocar o Myanmar em seu roteiro. E prepare-se para rostos sorridentes, olhares curiosos e muitas selfies com os locais!

Mingun Paya, Mandalay, Myanmar
Mingun Paya, a “maior pilha de tijolos do mundo”, perto de Mandalay

Segurança

Este é um dos fatores que afasta os estrangeiros de lá: o país está em guerra civil. Mas isso não afeta o turismo em absolutamente nada: as zonas de conflito são afastadas, em geral próximas às fronteiras com Bangladesh, Índia e China. E nem por engano um estrangeiro pode ir parar lá, já que há forte controle policial nas estradas que levam a estes lugares.

Na região permitida para o turismo você não precisa se preocupar com nada. O país é seguro, e roubos e assaltos são raríssimos. Nos sentíamos seguros até para andar na capital pela noite com a câmera pendurada no pescoço.

Golpes a estrangeiros também são pouco comuns, e em geral estão limitados a taxistas que querem cobrar mais do que o valor correto ou a pessoas que cobram para guardar seus sapatos nas entradas dos templos (e lá dentro você descobre que podia guardar de graça).

Há que tomar cuidado especial quando for trocar dinheiro (damos mais detalhes a seguir).

Estátua do Buda em Shwedagon
Estátua do Buda em Shwedagon

Dinheiro

O dinheiro do Myanmar é o quiate (ou kyat). A nota de maior valor é de 10 mil, que equivale a pouco mais que 20 reais (portanto, quando sacar dinheiro, é provável que venha um bolo grande).

Há caixas eletrônicos por todo o país, e eles aceitam cartões estrangeiros. Espere pagar algo em torno de 3 dólares por saque (por isso convém sacar em grandes quantidades).

Você pode trocar dólares em casas de câmbio ou pequenos comércios, mas eles são bem exigentes quanto ao estado das notas. Os dólares precisam estar em perfeito estado e serem novos, de preferência do ano corrente. Notas amassadas ou riscadas não são aceitas.

Se for trocar dinheiro, não troque com cambistas de rua, pois há vários relatos de turistas que foram enganados por estas pessoas. O ideal é trocar nas casas de câmbio. Caso não encontre uma, procure um estabelecimento mais confiável, como mercados ou joalherias. Calcule antes a conversão para ter uma noção (é comum que estrangeiros se confundam com a quantidade de zeros, e recebam 100 mil quiates quando deveriam receber 1 milhão, por exemplo). Conte todo o dinheiro na frente da pessoa, e recuse as notas rasgadas (quiates velhos ou riscados são aceitos, mas os rasgados não). É recomendável trocar o dinheiro aos poucos para evitar problemas.

As entradas para as atrações turísticas podem ser pagas em dólares, embora seja mais vantagem parar em quiates. Como referência, a entrada de Bagan custa oficialmente 20 dólares, ou 25 mil quiates. Se você trocar esses 20 dólares em uma casa de câmbio, receberá 30 mil quiates por eles.

Casas humildes do Myanmar
Casas do interior do Myanmar

Visto

Brasileiros precisam de visto para o Myanmar. Este visto pode ser tirado pela internet e custa 50 dólares para 28 dias.

Leia todos os detalhes sobre o visto do Myanmar aqui.

Viajando pelo Myanmar

Viajar pelo Myanmar é fácil: há ônibus e trens ligando os principais pontos turísticos do país. Você pode fazer tudo por terra para economizar, já que os voos por lá são caros. Também é possível ir e voltar da Tailândia por terra pela fronteira de Mae Sot – Myawaddy.

Aqui estão alguns posts com mais detalhes:

Trem no Mianmar
Viajando de trem no Myanmar

Preço

O custo de vida no Myanmar é baixo. Os preços do transporte público, das comidas, do supermercado, dos passeios e dos aluguéis das motos são baratos. Para dar uma ideia:

  • Almoço: a partir de 1000 quiates (pratos bem servidos);

  • Trem interno em Yangon: 200 quiates;

  • Cerveja no bar: 1800 quiates (660 ml);

  • Tour de barco no Inle Lake (1 dia): 5 mil quiates;

  • Aluguel de moto elétrica em Bagan: 4 mil quiates.

Mas isso não quer dizer, necessariamente, que é barato viajar por lá. Enquanto os serviços prestados pela população são econômicos, o governo faz o possível para tirar dinheiro dos turistas. Além do visto, que é um dos mais caros do sudeste asiático, você terá que pagar entrada para quase tudo que é turístico. Alguns exemplos:

  • Entrada para o Inle Lake: 13500 quiates;

  • Entrada para Bagan: 25 mil quiates;

  • Passe para atrações em Mandalay: 10 mil quiates;

  • Entrada para Shwedagon: 10 mil quiates.

Além destes principais, espere pagar para entrar em muitos outros templos, ruínas, pagodes ou cidades. É comum cobrarem adicional por cada câmera que você leva (embora essa regra não seja realmente levada a sério).

Também há muito lugar gratuito para visitar no Myanmar. O país é repleto de monumentos desconhecidos, onde não é preciso pagar absolutamente nada. Mas, se estiver na rota turística, a entrada provavelmente será paga.

O valor das hospedagens pode ser um vilão também. Discutimos isso no seguinte tópico.

Trilha Kalaw - Inle lake
Trilha Kalaw – Inle lake, no Myanmar

Hospedagens

Quem vem de fora só pode se hospedar em lugares que são autorizados pelo governo. Acredito que os hotéis tenham que pagar uma permissão especial para receber estrangeiros, por isso o valor das hospedagens é mais caro se comparado aos países vizinhos. Em algumas cidades conseguimos quartos simples para casal por apenas 10 dólares, mas em outros (especialmente na capital) é difícil encontrar algo por menos de 30 dólares. Em geral, um quarto simples, para duas pessoas e com café da manhã incluído, fica na faixa dos 15 dólares.

Como não é qualquer hotel que pode receber estrangeiros, recomendamos já reservar com antecedência ou, pelo menos, acessar o Booking, Hoteis.com e Agoda e anotar o endereço daqueles que aceitam. A prática de chegar em um lugar com a mochila nas costas e sair em busca de hotel não funciona muito bem, já que vai dar de cara com vários que só aceitam nacionais. E eles são inflexíveis com esta regra.

Hospedar-se na casa de pessoas (seja por AirBnb, Couchsurfing ou na casa de amigos) é ilegal, embora duvido que haja muito controle.

Transporte público

Em Yangon há ônibus bons que te levam para praticamente qualquer canto. Em cidades de médio porte, como Mandalay, Mawlamyine e Hpa An, há caminhonetes que servem de transporte público, embora a comunicação com os condutores possa ser um pouco complicada.

Nas cidades menores o transporte público é inexistente, e você terá que se deslocar a pé ou contratar táxis ou tuk tuks, ou alugar uma moto.

Conhecendo Bagan de moto elétrica
Conhecendo Bagan de moto elétrica

Idioma

A comunicação com o povo do Myanmar foi bem mais fácil do que imaginávamos. Como já era de se esperar, muita gente não fala absolutamente nada de inglês, mas há uma boa parcela da população que fala. Se você vai em um restaurante (por mais simples que seja), provavelmente encontrará um menu em inglês. Algum dos garçons falará pelo menos o básico de inglês (já teve casos em que fomos atendidos pelo filho pequeno do dono, que estava estudando inglês na escola). Taxistas, condutores de tuk tuk, vendedores de artesanato, atendentes de hotéis e vendedores de passagens de ônibus/trens também costumam falar pelo menos o básico de inglês (e às vezes até espanhol).

E, caso você esteja com dificuldades no idioma, é bem provável que apareça alguém do nada para te ajudar. Se você estiver em um trem lotado e somente um passageiro local ali fala inglês, este passageiro com certeza te oferecerá ajuda se você precisar.

Templo de Soon U Ponya Shin
Templo perto de Mandalay

Comida

A comida do Myanmar é surpreendentemente boa. Não sei que tipo de tempero eles usam, mas eles conseguem fazer um prato de chuchu com quiabo ficar saboroso.

Achamos as porções bem generosas, e geralmente com muita salada. Muitos restaurantes deixam a comida exposta em panelas na frente. Nestes casos, escolha nas panelas a carne que você quer, e ela virá acompanhada de arroz e saladas.

Nos lugares turísticos, comidas ocidentais (pizzas, hambúrgueres, macarronada, etc) são comuns (embora bem mais caras).

Um detalhe curioso é que os menus dos lugares simples não costumam ter os preços (ou, às vezes, têm os preços incorretos). No começo achamos que era malandragem para cobrar mais caro de estrangeiros, mas que nada: a conta sempre veio justa no final (com exceção de uma vez que jantamos no trem, mas aí devia ser coisa do governo que mantinha menus especiais para turistas). Acho que eles simplesmente não têm o costume de colocar os preços mesmo.

Comida típica do Myanmar
Comida típica do Myanmar

Internet

Praticamente todos os hotéis do Myanmar tem wi-fi, mas a internet no país é bem lenta. Não chegamos a comprar um chip de celular por lá, mas pelo que escutamos a internet móvel é lerda também.

Enfim, dá para fazer pesquisas, reservar hotéis, ler notícias e a fins, mas esqueça YouTube.

(O bom disso é que este foi um dos únicos países que já visitamos onde as pessoas não são viciadas em celulares).

Quedas de luz

Quedas de luz no Myanmar são constantes, mesmo em Yangon. Como geralmente faz muito calor, procure sempre hotéis que tenham gerador, ou irá sofrer para dormir à noite.

Carona

Pegamos umas poucas caronas no país, pelos arredores do Inle Lake, e ficamos surpresos em como é fácil. Nunca nos cobraram nada, e às vezes faziam questão de dividir comida conosco.

Viajar desta forma foi uma maneira excelente de entrar em contato com a cultura local. Apesar das dificuldades na comunicação, foi uma experiência fantástica.

Viajando de carona pelo Myanmar
Viajando de carona pelo Myanmar

Costumes e cultura

O Myanmar tem uma cultura única, que sobreviveu à invasão inglesa e sobrevive ao crescimento do turismo. Aqui tem algumas coisas interessantes de se conhecer:

  • Longyi

É muito comum ver homens usando saias no Myanmar. Estas saias se chamam longyi, e são usadas tanto por moradores de rua quanto por executivos vestidos com paletó da cintura para a cima.

Shwedagon, Yangon
Usando um longyi no templo de Shwedagon
  • Betel

Uma das primeiras coisas que você notará no Myanmar são as pessoas com os dentes vermelhos. Isso é consequência do betel, uma mistura de ervas muito apreciada no país. Estas ervas são vendidas em praticamente todo o lugar, enroladas como pequenos burritos. Quando mastigadas, soltam uma coloração avermelhada. Por isso, não se surpreenda ao ver tanta gente cuspindo pelas ruas ou grandes manchas vermelhas nas calçadas.

Não sabemos exatamente para que serve o betel (eu experimentei e achei horrível), mas é muito apreciado pela cultura local.

  • Thanaka

Outra coisa que chama a atenção no povo do Myanmar são seus rostos pintados de laranja. Mulheres e crianças ainda costumam fazer desenhos, como estrelas ou corações.

Isso é a thanaka, um creme que serve como hidratante e protetor solar para a pele. Seu uso é tão difundido que já se enraizou nos padrões de moda do país.

São vendidos nas seções de cosméticos dos supermercados, por valores entre mil e 2 mil quiates.

Menino no Myanmar
Menino com o rosto pintado de Thanaka
  • Tirar os sapatos

Em toda a Ásia é comum ter que tirar os sapatos para entrar nas residências ou nos templos, e esta prática é levada bem a sério no Myanmar. Até mesmo em ruínas antigas, como Bagan, ou no lado de fora dos monastérios é preciso andar descalço (e, às vezes, queimar os pés). Fique de olho nas regras e nos pés das outras pessoas para não cometer nenhuma gafe.

Vestimenta

Para entrar em lugares sagrados é preciso estar vestido de acordo. Uma bermuda que vá até a altura dos joelhos e uma camiseta que cubra os ombros já é considerada suficiente para a maioria dos lugares, mas outros exigem calças compridas ou saias. Caso saia com roupas curtas, a dica é levar sempre uma canga para amarrar à cintura caso seja necessário.

Lugares para visitar

Aqui estão alguns lugares muito bacanas para se visitar no país:

Este é provavelmente o destino turístico mais conhecido do país. Trata-se de um sítio arqueológico de mais de 40km² repleto de templos e pagodes. Para visitá-lo o ideal é alugar uma moto ou contratar um taxista particular.

Vista panorâmica de Bagan
Vista panorâmica de Bagan

Leia tudo sobre Bagan aqui.

Antiga capital e cidade mais populosa do país, Yangon é uma cidade de contrastes. Seus prédios altos e modernos, seus hotéis luxuosos e os veículos importados estão lado a lado com residências humildes, senhores pedalando seus riquixás e casas da era colonial mal conservadas. É só dar um passeio de trem por lá que você conhecerá o Myanmar de verdade.

Sua grande atração é o pagode Shwedagon, o principal monumento do país.

Yangon, Myanmar
Algumas ruas de Yangon podem ser um tanto caóticas…

Leia tudo sobre Yangon aqui.

Repleta de história, cultura e com um povo muito simpático, Mandalay foi um de nossos destinos preferidos no país. Alugue uma moto e descubra o melhor que o Myanmar tem a oferecer. Visite monastérios, passeie por ruínas antigas (que nos pareceram mais impressionantes que as de Bagan), entre em suas caóticas feiras e conheça muita gente bacana pelo caminho!

Palácio real de Mandalay
Palácio Real de Mandalay

Leia tudo sobre Mandalay aqui.

O lago Inle guarda uma cultura rara de se ver hoje em dia: em suas vilas flutuantes, é comum ver as pessoas tomando banho vestidas, crianças pegando lanchas para irem à escola, mulheres fabricando roupas com fios extraídos das flores de lótus e pescadores que dominam a arte de remar com os pés.

E, se quer ver algo realmente autêntico, encare a trilha de 3 dias para chegar ao lago, que passa por vilarejos onde nem a luz elétrica chegou.

Inle Lake
Pescador do Inle Lake

Leia tudo sobre o Inle Lake aqui.

Ainda fora da rota turística tradicional, a região de Hpa An é repleta de grutas, cavernas e outras formações geológicas bem legais. Dentro destas grutas, templos budistas antiquíssimos ainda servem de destino de peregrinação para muitos fiéis.

O legal de viajar por aqui é que você quase não verá turistas estrangeiros pelo caminho.

Kyauk Ka Lat
Templo sobre uma pedra em Hpa An

Leia tudo sobre Hpa An aqui.

Conhecida por ser o local de nascimento da mãe do célebre escritor George Orwell, Mawlamyine foi a cidade menos turística que visitamos no país. Todos os moradores nos olhavam assustados, pensando: “o que é que esses dois estão fazendo por aqui?”.

Ao visitar Mawlamyine você sente como se tivesse voltado à época do domínio inglês. Além disso, lá perto está a maior estátua de Buda deitado do mundo (se estivesse em pé, seria a estátua mais alta do mundo).

Win Sein Taw Ya
Win Sein Taw Ya – A maior estátua de Buda deitado do mundo
  • Naypyidaw (não visitamos)

Com um tamanho pelo menos 3x maior que Londres, Naypyidaw é considerada como “a maior cidade fantasma do mundo”. Seus quase 1 milhão de habitantes não representam nem 10% do que era esperado para uma cidade tão grande.

A construção de Naypyidaw iniciou-se em 2002, e em 2005 ela foi nomeada a capital do Myanmar. Mas quase ninguém quis ir morar lá. Hoje, suas avenidas de até nove faixas raramente veem algum veículo circulando. A cidade tem de tudo: templos, praças, estádios de futebol, restaurantes… só não tem gente para utilizá-los. Seus inúmeros hotéis estão abertos, mas os quartos estão vazios (dizem as más línguas que só servem para lavar dinheiro).

Nós não chegamos a ir lá, embora imaginamos que a visita seja bem interessante. O grande problema é que, como a cidade é enorme e não tem quase nada funcionando, fica bem difícil conhecê-la. Dizem que não há transporte público e nem motos para alugar, o que te obrigará a contratar um táxi particular. Os hotéis também são bem caros. Mas, se a grana tiver sobrando e você curte cenários estilo Walking Dead, acho que a visita vale a pena.

 

A conclusão da história é: se você for para o sudeste asiático, visite o Myanmar. Esqueça o que a mídia fala sobre a instabilidade política, pois nada disso afeta o turismo. Este país é encantador e, até agora, nosso favorito do sudeste asiático. Acredito que poucos lugares no mundo tenham uma cultura tão atraente quanto o Myanmar!

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7 comentários sobre “Viagem pelo Myanmar – segurança, preços, dicas, roteiros, etc

  1. Em primeiro lugar, que fotos mais lindas!! Em segundo lugar: já quero viajar pelo Myanmar de caronaaa! Tô apaixonada pelo país por causa de vcs! Amei o post, as dicas e agilidade do Renan em escrever logo que sai do país. Como consegue!? 😱 hahaha

    Bjao!
    E que nossos caminhos se cruzem LOGO!

    1. Vão curtir muito o Myanmar, acho que a sensação de viajar por lá devia ser a mesma de viajar pela Tailândia há algumas décadas atrás, antes da enxurrada de turistas ter estragado com tudo.
      E o segredo para a agilidade é parar vários dias para não fazer nada! hahahah
      O blog andava meio abandonado, fiquei com preguiça até de escrever sobre as praias da Tailândia, mas agora voltei a dar uma atenção a ele (talvez embalado pelo medo do futuro do Brasil… rs).

      Beijão!

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