Mochilão pela Guatemala – roteiro, gastos, dicas, fotos, etc

Com ruínas maias, lindas paisagens e uma bela cultura indígena, a Guatemala é talvez o país mais preparado para o turismo na América Central. Aqui damos todas as dicas para aproveitá-lo ao máximo!

Câmbio oficial (agosto/2017)
1 real = 2,33 quetzales
1 dólar = 7,27 quetzales

A Praça Central de Tikal
Ruínas maias de Tikal

Guatemala

Um dos países culturalmente mais ricos da América, a Guatemala é um prato cheio para os amantes de história. Seus indígenas, descendentes diretos dos maias, ainda guardam seus costumes, tradições e até mesmo o idioma da época pré-colonial. Somado a isso estão as impressionantes ruínas daquela civilização, algumas delas escondidas sob a espessa floresta tropical, esperando por serem descobertas.

Se quiser saber mais sobre a colonização, aqui estão algumas das cidades coloniais mais bem cuidadas que já vimos durante toda a nossa viagem, fazendo com que a Guatemala seja um verdadeiro museu a céu aberto.

História não é o seu forte? Então seus inúmeros vulcões, selvas, lagos e rios cristalinos se encarregarão de entretê-lo.

Com tantas qualidades e uma estrutura bem forte para o turismo, não é à toa que a Guatemala atrai cada vez mais visitantes de todos os cantos do mundo.

Semuc Champey
Semuc Champey

Lugares que passamos

Aqui está nosso roteiro:

Nosso roteiro pela Guatemala
Nosso roteiro pela Guatemala

A Guatemala é um país bem fácil de viajar e com muita informação turística. Aqui vão alguns números do nosso mochilão por lá:

  • 26 dias
  • 2223,78 reais gastos (em duas pessoas)

Sobre os gastos*, ficou assim:

  • Hospedagem: R$ 683,88
  • Transporte: R$ 411,31
  • Mercado: R$ 566,72
  • Restaurante: R$ 197,78
  • Passeios: R$ 324,72
  • Outros: R$ 39,36

*(todos os gastos são para o casal; para saber os gastos individuais, divida por 2).

A média diária* ficou:

  • Média: R$ 85,53/dia
  • Hospedagem: R$ 26,30/dia
  • Hospedagem (excluindo os dias que dormimos de graça): R$ 48,85/dia
  • Transporte: R$ 15,82/dia
  • Mercado: R$ 21,80/dia
  • Restaurante: R$ 7,61/dia
  • Passeios: R$ 12,49/dia

*(todos os gastos são para o casal; para saber os gastos individuais, divida por 2).

Gastos na Guatemala
Gastos na Guatemala

A distribuição das hospedagens foi assim:

  • Pagas: 14
  • Grátis: 11

Todas as nossas hospedagens na Guatemala foram em hotéis e hostels. Os 11 dias grátis nós conseguimos em troca de algumas fotos e de divulgar o local na nossa página.

Igreja de Santiago de Atitlán
No interior das igrejas, a fé católica e maia se mesclam.

Preços

Os preços na Guatemala nos pareceram um pouco mais elevados que em Honduras ou Nicarágua, mas ainda assim é possível viajar de maneira bem econômica. Aqui listamos alguns valores:

  • Hospedagens: O valor dos hotéis depende muito da região. De uma forma geral, um casal consegue encontrar hotéis mais econômicos por preços entre 90 e 150 quetzales, dependendo da cidade. Uma cama em hostel fica na faixa de 50 a 80 quetzales.
    Airbnb funciona bem na capital, mas nos outros lugares é mais complicado.
    Quase todos os hotéis possuem uma tabela de preços na portaria ou na porta dos quartos. Aparentemente é uma norma do governo para que não explorem turistas estrangeiros.
  • Mercado: Os preços dos supermercados são parecidos com os do Brasil. Frango é bem barato (na faixa de 6 reais – ou 13 quetzales – o quilo), e carne de boi ou porco é mais cara. Produtos como desodorantes, sabonetes e xampus são caros – se puder, traga dos países vizinhos.
    Note que as carnes e frutas são vendidas em “libras”. Para calcular rapidamente, considere que 1 libra equivale a meio quilo.
  • Transporte: Existem basicamente dos tipos de transportes na Guatemala: os chicken bus, que são antigos ônibus escolares usados pela população local, e os shuttles, usados quase que exclusivamente por turistas. Os shuttles geralmente custam bem mais caro (embora vale a pena verificar, pois de Semuc Champey a Flores o shuttle nos saiu mais barato que os chicken bus.
    Os chicken bus são pinga-pinga: param em qualquer canto da estrada para qualquer um subir ou descer. Também costumam ir bem lotados – onde cabem 2, sentam 3, fora o pessoal que vai em pé.
    Aqui está quanto gastamos em cada trecho:
    *Fronteira El Salvador – Cidade da Guatemala: 35 quetzales (chicken bus);
    *Cidade da Guatemala – Antígua: 10 quetzales (chicken bus);
    *AntíguaPanajachel: 25,50 quetzales (chicken bus, várias conexões);
    *PanajachelChichicastenango: 10,50 quetzales (chicken bus, várias conexões);
    *PanajachelSemuc Champey: 95,50 quetzales (combinação de chicken bus e vans);
    *Semuc ChampeyFlores: 90 quetzales (shuttle. Saía mais barato que transporte público);
    *Floresfronteira com México: 50 quetzales (van).
  • Restaurantes: Os lugares mais baratos para comer são os mercados públicos: lá se consegue um almoço por 15 quetzales, geralmente incluindo a bebida. Um restaurante mais turístico fica a partir de 35 quetzales.
    Os menus da Guatemala não costumam ser bem servidos. Se você come bastante, precisará comer algo mais para complementar.
  • Bebidas: Beber cerveja na Guatemala é caro: a lata da Gallo (cerveja popular) fica na faixa de 8 quetzales, e não é das melhores. A Brahva (equivalente à nossa Brahma) e outras marcas custam na faixa de 5 quetzales.
    Nos bares, os drinks são vendidos geralmente no preço de 2 por 20.

    Menu na Guatemala
    Menu típico dos mercados da Guatemala

Dinheiro

A moeda oficial da Guatemala é o quetzal, e poucos lugares aceitam dólares. Praticamente não há casas de câmbio no país, mas quase todos os bancos trocam dólares ou euros. Nos lugares turísticos, os bancos abrem inclusive nos domingos.

A maioria dos caixas eletrônicos aceitam cartão internacional, e cobram uma taxa ao redor de 30 quetzales por saque (o que cobrava menos de nós era o banco BAC).

Água

De um modo geral, a água da torneira não é boa para beber. A solução é comprar saquinhos de água (500ml, 1 quetzal) ou galões de 3,75 (na faixa de 6 quetzales).

Antígua Guatemala
Antígua, uma das mais belas cidades coloniais que já visitamos

Rede elétrica

A rede elétrica na Guatemala é de 120V, 60Hz. As tomadas são de dois pinos chatos (similares aos dos EUA). É preciso de adaptador para usar equipamentos brasileiros.

Carona

Viajar de carona na Guatemala é possível, mas não é muito fácil. Não que o pessoal não leve, mas porque as estradas não possuem muito movimento de carros particulares (os poucos que têm “vão logo ali”). Se você estiver indo ou vindo de um lugar turístico, não terá dificuldades de conseguir carona com outros turistas. Mas, para longas distâncias, vai precisar de muita paciência.

Igreja de Chichicastenango
Igrejinha de Chichicastenango

Viajando de ônibus

Os chicken bus passam com muita frequência, e param em praticamente qualquer lugar. Se algum te vir com as mochilas, provavelmente vai diminuir a velocidade e buzinar.

As mochilas vão na parte de cima (se chove, cobrem com lona). Se quiser levá-las dentro, é possível que queiram cobrar mais.

Não é muito comum quererem cobrar mais caro de estrangeiros, mas às vezes acontece. Vale a pena confirmar o preço com outros passageiros.

Se o preço é 45 e você pagou com uma nota de 50, é bem provável que não te deem o troco se você não pedir.

Chicken bus na Guatemala
Os famosos “chicken bus”, geralmente o meio de transporte mais barato na Guatemala

Turismo

O país investe muito em turismo. Em quase todas as cidades turísticas há um centro de informações (chamado INGUAT), onde você pode conseguir mapas, dicas de hospedagens e dados relativos ao transporte e aos valores de cada atração. Nestes centros também costuma haver wi-fi gratuito.

Em praticamente todas as cidades da Guatemala há uma boa oferta de hotéis e restaurantes, mesmo nas pouco visitadas.

O povo

Achamos o guatemalteco simpático desde que colocamos os pés no país: desde a imigração de entrada até a saída todos nos receberam muito bem.

A cultura indígena dos descendentes dos maias é muito forte, principalmente na região do lago Atitlán e de Semuc Champey. Eles inclusive falam seu próprio idioma. Costumam ser tímidos, mas são bastante curiosos e sempre dispostos a ajudar.

Lago Atitlán
Mulher maia, com suas roupas típicas, na Guatemala.

Drogas

O tráfico de drogas é um problema em toda a América Central. Ainda que seja bem fácil conseguir qualquer coisa (nos lugares turísticos vão vir te oferecer sem cerimônias), recomendamos evitar.

Comida

Os pratos costumam ser simples: geralmente arroz com alguma carne, e às vezes salada. Mesmo assim, o tempero guatemalteco é muito bom.

Praticamente todos os pratos vêm acompanhados de tortillas, independente do que você pedir. Como a comida não é muito servida, as tortillas são uma boa forma de encher a barriga.

Feira de Chichicastenango
Um pouco da arte guatemalteca

Idioma

Os principais idiomas da Guatemala são o espanhol e o maia. O espanhol deles costuma ser lento e fácil de entender. Nas regiões mais indígenas é comum que algumas pessoas tenham dificuldades para conversar neste idioma.

Segurança

Nos sentimos seguros em todos os lugares por onde passamos, fossem eles turísticos ou não. Na capital é bom tomar um cuidado extra, mas nada que brasileiros já não estejam acostumados.

Vista da Reserva Natural Atitlán
Vista do Lago Atitlán

Imigração

A imigração para a Guatemala é grátis, tanto na entrada quanto na saída.

Em teoria, a permanência é de 90 dias para toda a zona do CA-4 (Nicarágua, El Salvador, Honduras e Guatemala). Apesar disso, a Guatemala parece não se importar muito, e costumam te dar mais 90 dias, mesmo que seu prazo no CA-4 já esteja se acabando.

Para saber como foi cruzar a fronteira de El Salvador para a Guatemala, leia este post aqui.

Para saber como foi a nossa saída da Guatemala e entrada no México, leia aqui.

Polícia

Não tivemos nenhum contato com a polícia da Guatemala, senão para pedir informações (e sempre foram bastante solícitos). As regiões turísticas costumam ser bem patrulhadas, tanto de dia quanto de noite.

No mirador de Semuc Champey

Higiene

Os padrões de higiene dos lugares mais simples da Guatemala deixam um pouco a desejar. Se for comer no mercado, não estranhe que te sirvam a comida com a mão – geralmente a mesma mão que vai receber o seu dinheiro depois. Se você não tem estômago forte, recomendamos que procure comer nos restaurantes mais turísticos.

Descontos

Pedir descontos na Guatemala funciona: é fácil conseguir bons descontos na compra de artesanatos ou nos passeios turísticos. Em ônibus ou hotéis é menos comum, mas ainda assim vale a pena tentar, ainda mais se estiver viajando com mais pessoas.

Tikal vista de cima do Templo IV
Ruínas maias em meio à selva da Guatemala

O que mais você precisa saber

  • Sempre que chegar a um lugar novo, procure o INGUAT – centro de informações turísticas da Guatemala. Eles vão te informar sobre os preços, o que fazer e dar mapas da região. Tudo de graça.
  • Tente dar uma negociada nos preços. Costuma funcionar;
  • Ainda que não seja necessariamente comum, alguns ônibus sobem o preço para estrangeiros. Procure confirmar o valor da passagem com outros passageiros antes de pagar;
  • Se estiver viajando há bastante tempo, a Guatemala pode ser um bom lugar para repor algumas roupas. Em quase todas as cidades há brechós com roupas importadas extremamente baratas.
Reserva Natural Atitlán
Ponte cruzando a cachoeira na Reserva Nacional Atitlán

É isso aí pessoal! Curtiram as dicas?

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Dicas para a sua viagem:
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29 comentários sobre “Mochilão pela Guatemala – roteiro, gastos, dicas, fotos, etc

  1. O mais bacana das postagens de vocês é que a gente não precisa pesquisar mais nada.
    É só imprimir o post e viajar 🙂 Que maravilha!!!
    Estou cada dia mais apaixonada pela América Central, e a “culpa” é de vcs…hehe
    Beijos!!!

  2. Oi, pessoal!

    Adorei os relatos de vocês, são super detalhados e despertam a vontade de viajar! Vou à Guatemala em janeiro e teve uma dúvida em relação ao roteiro: é necessário retornar para Antígua ou Cidade da Guatemala para pegar o transporte às principais cidades?

    Obrigada!

    Júlia

    1. Olá Júlia! Obrigado!
      Não precisa, lá tem transporte pra tudo que é canto. É só ver as estradas e pensar no roteiro que você quer fazer. Nós mesmos seguimos de Antígua a Panajachel, e de lá subimos até Cobán, e então fomos subindo até Flores.
      Tanto os Chicken Bus quanto os Shuttles fazem todo o país 🙂

  3. Olá amigos! O site de vocês sempre é fonte de muita informação boa e coisas bacanas de se ler. Uma dúvida. Vocês estiveram na região da américa central em Julho e Agosto? Poderiam falar como é a questão das chuvas? Sabemos que é a época de mais chuvas (principalmente setembro e outubro), mas queríamos ler de alguém que esteve pode nos falar como é mais ou menos na prática… =)
    Obrigado! Abraço e Boa viagem!

    1. Fala Tuck! Valeu!!
      Estávamos na Guatemala em julho, tudo tranquilo. Em agosto já estávamos no México. Passou um furacão forte que afetou bastante Cuba, Porto Rico e Miami, mas no México tivemos apenas 3 dias de chuva. Logo voltou a fazer sol.
      É questão de sorte mesmo, mas acho que quem sofre mais com as tempestades são as ilhas e o norte de Honduras mesmo.
      Abraço!!

      1. Valeu Renan!!! Isso me anima um pouco mais, em agosto estamos um pouco sem PLANO B e nosso plano A segue sendo de Costa Rica até Belize/Guatemala. É o período que temos então ser pego por um mês de chuva seria triste hahaha… Vamos continuar pesquisando. Obrigado amigo e boa sorte com o clima aí nas Filipinas!!! =) Daí vão pra onde?
        Abraço!

        1. Vai dar tudo certo sim!! Sucesso por estes lados!
          No dia 23 já partiremos para a Malásia, aí depois não temos nada definido ainda. Estamos tentando montar um roteiro para pegar Mongólia e China no verão, porque dizem que o frio por lá é brabo!
          Abraço!

  4. Primeiro, parabéns pelo site Renan. Todos seus textos que li são muito bem escritos e cheios de detalhes, perfeitos para quem quer estar a par de tudo. Segundo, estou planejando uma viagem em janeiro de 2020 para América Central com a minha namorada e um casal de amigos. Como vou ter pouco tempo de férias, 15 a 20 dias, estava pensando em tentar conhecer “apenas” Guatemala e Honduras. Você acha possível nesse período extrair o melhor desses dois países?? E gostaria de saber sua opinião de onde seria o melhor lugar para desembarcar e se acha uma boa ideia um múltiplo destinos chegando por um país e saindo pelo outro? Pelo que li dos seus textos tem lugares que não posso deixar de conhecer como Utila, Semuc Chapey, Tikal, Copan, Atitlan. Enfim, parabéns pelo blog, muito bom mesmo

    1. Olá Gustavo. Muito obrigado pelo elogio!
      Viajar pela América Central tem esse empecilho mesmo: há poucos voos para o Brasil.
      Segundo um hondurenho que conhecemos, bons lugares para voar para a América do Sul são El Salvador e a Cidade do Panamá (no seu caso El Salvador seria mais esquema). Dentro da América Central se não me engano a Volaris tem voos mais econômicos.
      Utila é uma ilha bacana se vocês pretendem mergulhar com equipamento. Se não, trocaria Utila por Roatán. Roatán é mais luxuosa e mais cara, mas tem praias bem mais bonitas e melhores pontos para snorkel. Utila tem um ambiente mais bacana, mais estilo vila mesmo, mas infelizmente as praias de lá não são grandes coisas.
      Esse roteiro que vocês montaram está bem bacana. O único mais fora de mão mesmo é Tikal. Se couber no orçamento, o ideal seria logo de cara voar para Tikal, de lá descer até Semuc Champey (de avião ou ônibus, ver como fica melhor). De Semuc Champey descer para o Atitlán, do Atitlán seguir para Copán (tem uma fronteira ali perto de Copán que dizem ser boa para cruzar). No caminho fica a cidade de Antígua que é muito bonita, não sei se daria tempo para parar por ali ou não, mas se desse seria uma boa.
      De Copán seguir para a ilha que vocês quiserem. Acredito que tenha voo. Nós fizemos o trajeto de ônibus e barco e levou o dia inteiro.
      Aí de Utila ou Roatán (não lembro qual das duas tem aeroporto, mas acho que é Roatán) voaria de volta para o Brasil (ou para El Salvador ou Panamá, se for mais vantajoso fazer essa escala).

      Abraço!!

      1. Obrigado pela ajuda Renan, gostei da sua sugestão. Para poupar tempo iria direto para Flores para ir a Tikal em seguida. Não achei aeroportos próximos a Semuc Champey, mas li em suas matérias que dá pra fazer em 8 horas de shuttle. Tinha pensado em ir via terrestre o trecho Flores – Semuc Champey – Atitlan – Antigua. De Antigua ir para Cidade da Guatemala e pegar o voo para San Pedro Sula, passar o dia em Copan e voltar para pegar o voo San Pedro Sula – Roatan e ai voltar para casa de Roatan mesmo. Você acha isso possível ou esse trajeto terrestre é muito tempo e doido haha?? Li também que você sugere 3 dias para ficar em Roatan e quanto os demais locais, qual a sua sugestão? A gente tem poucas férias, mas quer aproveitar ao máximo hahah. Obrigado e boas viagens

        1. Opa, acho que aí ficou esquema. Só não sei se não ficaria muito corrido fazer um bate-volta de San Pedro pra Copán. A viagem leva 4 horas, e não sei até que horas os ônibus saem. Talvez teria que ver de ir cedinho e passar a noite em Copán. Se couber no cronograma, aí fica esquema.

          Quanto aos outros lugares, Flores não tem nada além de Tikal. Um dia inteiro para ver Tikal é suficiente. A cidade de Flores em si é bonita na parte turística, mas coisa que e 1h de caminhada você conhece.
          Semuc Champey também é só as cachoeiras. A cultura indígena da região é bem interessante, mas isso você vê no caminho para as cachoeiras. 1 dia inteiro aí tá bom.
          Atitlán já merece uns 2 ou 3 dias pelo menos para conhecer as vilas ao redor do lago. Tem um passeio para o vulcão também, mas não chegamos a fazer.
          Antígua é uma cidade colonial. Não é grande, e em 1 dia vocês caminham com ela. Se der, reservem uns 2 ou 3 dias para conhecer as igrejas e outras atrações que tem na região. Tinha uma feira indígena bem interessante em algum lugar entre Atitlán e Antígua. Não me lembro de qual delas ficava mais perto, mas acho que era de Antígua. Em Antígua também tem passeio para vulcão se não me engano.
          Copán também seria 1 dia para conhecer as ruínas. A cidade de Copán é bem agradável, mas não tem muito o que ver. Lá tem um museu que parece ser interessante (não visitamos) onde construíram a réplica de uma das pirâmides de Copán. É interessante para ter uma ideia de como era Copán quando estava em funcionamento (isto é, com acabamento, pintada e tudo mais).
          Acho que com isso vocês fazem um rolê bem bacana por estes dois países. Se sobrar tempo podem até reservar uns dias mais em Roatán. A ilha é bem grande e tem muita coisa para fazer. Nós só conhecemos duas das várias praias que tem por lá.
          Abraço!!

          1. Boa noite Renan, como vai? Estou retornando aqui pra agradecer as suas dicas e pra dizer que comprei a minha passagem. Infelizmente o roteiro que bolamos juntos ficou muito caro pelo número de voos. O que consegui fazer foi sair de são Paulo e chegar a cidade de Guatemala dia 05/02 e ai retornar para são Paulo por Roatan dia 24/02 a um preço razoável 2770. Vou ter que adaptar o roteiro. Pensei em chegar na cidade de Guatemala e já pegar um shuttle direto para Flores (Tikal), e então descer para Semuc Champey, depois Atitlan, depois Antigua e de lá ir até Copán – La Ceiba e ai Roatan, acha que em 20 dias consigo? Não queria tirar Tikal do roteiro haha. Quanto a custos acompanho a planilha de gastos de vocês, mas infelizmente o dólar turismo ta muito alto, estou pensando em ir com 1200 dólares para ficar seguro, baseando num custo dia de 40 dólares, o que acha?
            Abraços e boas viagens

    2. Fala Gustavo,
      Dá para ir tranquilo em 20 dias, vários desses destinos você conhece tranquilamente em 1 dia. As fronteiras são bem rápidas de passar.
      Não esqueça de levar a carteirinha da febre amarela, Honduras é bem exigente quanto a isso.
      E com 40 dólares por dia dá para ir numa boa e até com certo luxo. Vai conseguir aproveitar bem a viagem.
      Abraço!

  5. Prezados, espero que estejam bem e que assim permaneçam. Tenho uma dúvida: chegando na Cidade da Guatemala, onde exatamente é possível trocar dólares por quetzals guatemaltecos? No aeroporto já é possível (ainda que a taxa não seja favorável)? Quais bancos ou casas de câmbio vocês sugerem? Ficam concentrados em alguma zona específica da cidade, a exemplo do centro?

    1. Olá André!
      Nós não chegamos a conhecer a Cidade da Guatemala, então não sei te dizer onde é bom de se hospedar ou como faz para trocar dinheiro. Mas, considerando que chegam muitos americanos por lá, acredito que seja fácil sim trocar dinheiro no aeroporto. Nos destinos turísticos há casas de câmbio por todos os lados. Geralmente são pequenas, às vezes funcionam também como agências de turismo, então fica difícil indicar uma específica.
      Nós geralmente fazíamos saques por lá no nosso cartão de débito. Os caixas eletrônicos dizem quanto vão cobrar pelo saque antes de emitirem o dinheiro, então em geral íamos testando caixas de bancos diferentes até encontrarmos o que cobrasse menos. A taxa que cobram é fixa, independente de quanto você saque, por isso vale a pena sempre sacar o máximo possível.

      Abs,

  6. Olá Samira! Nós tomamos água filtrada na Guatemala e não tivemos problemas. Mas no México tivemos dor de barriga com água filtrada. Acho que, se for possível tomar sempre água mineral por esses lados, é melhor.

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